5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;
7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,
8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.
9 Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome,
10 para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra,
11 e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.
Os três movimentos desse texto magnífico:
O Esvaziamento (Versículos 6 e 7): Jesus abriu mão de seus privilégios divinos e da sua glória visível no céu. Ele escolheu "esvaziar-se". Ele não veio como um rei terreno imponente, mas assumiu a "forma de servo" para nos servir.
A Humilhação Máxima (Versículo 8): Ele foi até as últimas consequências por amor. A morte de cruz era a mais dolorosa e vergonhosa daquela época, e Jesus aceitou passar por isso voluntariamente por nós.
A Exaltação Soberana (Versículos 9 a 11): O texto termina com uma explosão de triunfo. Porque Ele se humilhou, Deus O elevou ao lugar mais alto do universo. O nome de Jesus carrega uma autoridade tão linda e poderosa que toda a criação, eventualmente, reconhecerá o Seu amor e a Sua soberania.
Esse texto é um lembrete de que o verdadeiro poder de Jesus se manifestou no amor que serve e se entrega. Que essa leitura enriquecça o seu momento!
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