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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Eclesiastes 6

 ¹ Há um mal que tenho visto debaixo do sol, e é mui frequente entre os homens:
² Um homem a quem Deus deu riquezas, bens e honra, e nada lhe falta de tudo quanto a sua alma deseja, e Deus não lhe dá poder para daí comer, antes o estranho lho come; também isto é vaidade e má enfermidade.
³ Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele.
⁴ Porquanto em vão veio, e em trevas se vai, e de trevas se cobre o seu nome.
⁵ E ainda que nunca viu o sol, nem conheceu nada, mais descanso tem este do que aquele.
⁶ E, ainda que vivesse duas vezes mil anos e não gozasse o bem, não vão todos para um mesmo lugar?
⁷ Todo o trabalho do homem é para a sua boca, e contudo nunca se satisfaz o seu apetite.
⁸ Porque, que mais tem o sábio do que o tolo? E que mais tem o pobre que sabe andar perante os vivos?
⁹ Melhor é a vista dos olhos do que o vaguear da cobiça; também isto é vaidade e aflição de espírito.
¹⁰ Seja qualquer o que for, já o seu nome foi nomeado, e sabe-se que é homem, e que não pode contender com o que é mais forte do que ele.
¹¹ Na verdade que há muitas coisas que multiplicam a vaidade; que mais tem o homem de melhor?
¹² Pois, quem sabe o que é bom nesta vida para o homem, por todos os dias da sua vida de vaidade, os quais gasta como sombra? Quem declarará ao homem o que será depois dele debaixo do sol?

Eclesiastes 6:1-12

Eclesiastes 5

 ¹ Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.
² Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras.
³ Porque, da muita ocupação vêm os sonhos, e a voz do tolo da multidão das palavras.
⁴ Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o.
⁵ Melhor é que não votes do que votares e não cumprires.
⁶ Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem digas diante do anjo que foi erro; por que razão se iraria Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos?
⁷ Porque, como na multidão dos sonhos há vaidades, assim também nas muitas palavras; mas tu teme a Deus.
⁸ Se vires em alguma província opressão do pobre, e violência do direito e da justiça, não te admires de tal procedimento; pois quem está altamente colocado tem superior que o vigia; e há mais altos do que eles.
⁹ O proveito da terra é para todos; até o rei se serve do campo.
¹⁰ Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade.
¹¹ Onde os bens se multiplicam, ali se multiplicam também os que deles comem; que mais proveito, pois, têm os seus donos do que os ver com os seus olhos?
¹² Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco quer muito; mas a fartura do rico não o deixa dormir.
¹³ Há um grave mal que vi debaixo do sol, e atrai enfermidades: as riquezas que os seus donos guardam para o seu próprio dano;
¹⁴ Porque as mesmas riquezas se perdem por qualquer má ventura, e havendo algum filho nada lhe fica na sua mão.
¹⁵ Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão.
¹⁶ Assim que também isto é um grave mal que, justamente como veio, assim há de ir; e que proveito lhe vem de trabalhar para o vento,
¹⁷ E de haver comido todos os seus dias nas trevas, e de haver padecido muito enfado, e enfermidade, e furor?
¹⁸ Eis aqui o que eu vi, uma boa e bela coisa: comer e beber, e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, em que trabalhou debaixo do sol, todos os dias de vida que Deus lhe deu, porque esta é a sua porção.
¹⁹ E a todo o homem, a quem Deus deu riquezas e bens, e lhe deu poder para delas comer e tomar a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus.
²⁰ Porque não se lembrará muito dos dias da sua vida; porquanto Deus lhe enche de alegria o seu coração.

Eclesiastes 5:1-20

Eclesiastes 4

 ¹ Depois voltei-me, e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos que foram oprimidos e dos que não têm consolador, e a força estava do lado dos seus opressores; mas eles não tinham consolador.
² Por isso eu louvei os que já morreram, mais do que os que vivem ainda.
³ E melhor que uns e outros é aquele que ainda não é; que não viu as más obras que se fazem debaixo do sol.
⁴ Também vi eu que todo o trabalho, e toda a destreza em obras, traz ao homem a inveja do seu próximo. Também isto é vaidade e aflição de espírito.
⁵ O tolo cruza as suas mãos, e come a sua própria carne.
⁶ Melhor é a mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com trabalho, e aflição de espírito.
⁷ Outra vez me voltei, e vi vaidade debaixo do sol.
⁸ Há um que é só, e não tem ninguém, nem tampouco filho nem irmão; e contudo não cessa do seu trabalho, e também seus olhos não se satisfazem com riqueza; nem diz: Para quem trabalho eu, privando a minha alma do bem? Também isto é vaidade e enfadonha ocupação.
⁹ Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.
¹⁰ Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante.
¹¹ Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará?
¹² E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.
¹³ Melhor é a criança pobre e sábia do que o rei velho e insensato, que não se deixa mais admoestar.
¹⁴ Porque um sai do cárcere para reinar; enquanto outro, que nasceu em seu reino, torna-se pobre.
¹⁵ Vi a todos os viventes andarem debaixo do sol com a criança, a sucessora, que ficará no seu lugar.
¹⁶ Não tem fim todo o povo que foi antes dele; tampouco os que lhe sucederem se alegrarão dele. Na verdade que também isto é vaidade e aflição de espírito.

Eclesiastes 4:1-16

Eclesiastes 3

 ¹ Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
² Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
³ Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
⁴ Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
⁵ Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
⁶ Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
⁷ Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
⁸ Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
⁹ Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?
¹⁰ Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.
¹¹ Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.
¹² Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;
¹³ E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.
¹⁴ Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.
¹⁵ O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.
¹⁶ Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniquidade.
¹⁷ Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.
¹⁸ Disse eu no meu coração, quanto a condição dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais.
¹⁹ Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.
²⁰ Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.
²¹ Quem sabe que o fôlego do homem vai para cima, e que o fôlego dos animais vai para baixo da terra?
²² Assim que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?

Eclesiastes 3:1-22

Eclesiastes 2

 ¹ Disse eu no meu coração: Ora vem, eu te provarei com alegria; portanto goza o prazer; mas eis que também isso era vaidade.
² Ao riso disse: Está doido; e da alegria: De que serve esta?
³ Busquei no meu coração como estimular com vinho a minha carne (regendo porém o meu coração com sabedoria), e entregar-me à loucura, até ver o que seria melhor que os filhos dos homens fizessem debaixo do céu durante o número dos dias de sua vida.
⁴ Fiz para mim obras magníficas; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas.
⁵ Fiz para mim hortas e jardins, e plantei neles árvores de toda a espécie de fruto.
⁶ Fiz para mim tanques de águas, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores.
⁷ Adquiri servos e servas, e tive servos nascidos em casa; também tive grandes possessões de gados e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém.
⁸ Amontoei também para mim prata e ouro, e tesouros dos reis e das províncias; provi-me de cantores e cantoras, e das delícias dos filhos dos homens; e de instrumentos de música de toda a espécie.
⁹ E fui engrandecido, e aumentei mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria.
¹⁰ E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho.
¹¹ E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol.
¹² Então passei a contemplar a sabedoria, e a loucura e a estultícia. Pois que fará o homem que seguir ao rei? O mesmo que outros já fizeram.
¹³ Então vi eu que a sabedoria é mais excelente do que a estultícia, quanto a luz é mais excelente do que as trevas.
¹⁴ Os olhos do homem sábio estão na sua cabeça, mas o louco anda em trevas; então também entendi eu que o mesmo lhes sucede a ambos.
¹⁵ Assim eu disse no meu coração: Como acontece ao tolo, assim me sucederá a mim; por que então busquei eu mais a sabedoria? Então disse no meu coração que também isto era vaidade.
¹⁶ Porque nunca haverá mais lembrança do sábio do que do tolo; porquanto de tudo, nos dias futuros, total esquecimento haverá. E como morre o sábio, assim morre o tolo!
¹⁷ Por isso odiei esta vida, porque a obra que se faz debaixo do sol me era penosa; sim, tudo é vaidade e aflição de espírito.
¹⁸ Também eu odiei todo o meu trabalho, que realizei debaixo do sol, visto que eu havia de deixá-lo ao homem que viesse depois de mim.
¹⁹ E quem sabe se será sábio ou tolo? Todavia, se assenhoreará de todo o meu trabalho que realizei e em que me houve sabiamente debaixo do sol; também isto é vaidade.
²⁰ Então eu me volvi e entreguei o meu coração ao desespero no tocante ao trabalho, o qual realizei debaixo do sol.
²¹ Porque há homem cujo trabalho é feito com sabedoria, conhecimento, e destreza; contudo deixará o seu trabalho como porção de quem nele não trabalhou; também isto é vaidade e grande mal.
²² Porque, que mais tem o homem de todo o seu trabalho, e da aflição do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol?
²³ Porque todos os seus dias são dores, e a sua ocupação é aflição; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade.
²⁴ Não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer com que sua alma goze do bem do seu trabalho. Também vi que isto vem da mão de Deus.
²⁵ Pois quem pode comer, ou quem pode gozar melhor do que eu?
²⁶ Porque ao homem que é bom diante dele, dá Deus sabedoria e conhecimento e alegria; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte, e amontoe, para dá-lo ao que é bom perante Deus. Também isto é vaidade e aflição de espírito.

Eclesiastes 2:1-26

Eclesiastes 1

 ¹ Palavras do pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.
² Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.
³ Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
⁴ Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
⁵ Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.
⁶ O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.
⁷ Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
⁸ Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
⁹ O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
¹⁰ Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
¹¹ Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.
¹² Eu, o pregador, fui rei sobre Israel em Jerusalém.
¹³ E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.
¹⁴ Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.
¹⁵ Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não se pode calcular.
¹⁶ Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim em Jerusalém; e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e o conhecimento.
¹⁷ E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito.
¹⁸ Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.

Eclesiastes 1:1-18

terça-feira, 5 de maio de 2026

Provérbios 31

 ¹ Palavras do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe.
² Como, filho meu? E como, filho do meu ventre? E como, filho dos meus votos?
³ Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.
⁴ Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte;
⁵ Para que bebendo, se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.
⁶ Dai bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espírito.
⁷ Que beba, e esqueça da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais.
⁸ Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição.
⁹ Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.
¹⁰ Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.
¹¹ O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo.
¹² Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.
¹³ Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos.
¹⁴ Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão.
¹⁵ Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas.
¹⁶ Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos.
¹⁷ Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.
¹⁸ Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.
¹⁹ Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca.
²⁰ Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.
²¹ Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata.
²² Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura.
²³ Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra.
²⁴ Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores.
²⁵ A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro.
²⁶ Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.
²⁷ Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça.
²⁸ Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.
²⁹ Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!
³⁰ Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada.
³¹ Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.

Provérbios 31:1-31

2 Samuel 24

 ¹ E a ira do Senhor se tornou a acender contra Israel; e incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel e a Judá. ² Disse, pois,...