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sábado, 4 de abril de 2026

Jesus: A Humildade e a Fé que Transformaram o Mundo

 

Em meio a reis, impérios e poderosos da terra, nasceu um homem diferente de tudo que o mundo já havia visto. Não chegou em palácios nem entre fanfarras reais. Veio em silêncio, em uma manjedoura humilde, envolto em panos simples — Jesus de Nazaré, o filho de Deus que escolheu a humildade como seu maior testemunho.


A Humildade que Veio do Céu

A humildade de Jesus não era fraqueza — era poder contido, amor transbordante e obediência absoluta ao Pai. Ele, que era Deus em forma humana, abriu mão de toda a glória celestial para caminhar entre os pobres, os doentes, os excluídos e os pecadores.

"Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos."Marcos 10:45

Enquanto os fariseus disputavam os primeiros lugares nas sinagogas e buscavam o reconhecimento público, Jesus lavou os pés dos seus discípulos — um ato reservado aos servos mais humildes da época. Com esse gesto, ensinou uma das lições mais poderosas da história da humanidade:

"Se eu, sendo o Senhor e o Mestre, lavei os vossos pés, vós também deveis lavar os pés uns dos outros."João 13:14


A Entrada em Jerusalém — Humildade Diante da Glória

Quando chegou o momento de entrar em Jerusalém — a cidade santa — Jesus poderia ter escolhido cavalos de guerra, guardas armados e uma comitiva real. Em vez disso, montou em um simples jumentinho, cumprindo a profecia de Zacarias e mostrando ao mundo o tipo de rei que era:

"Dize à filha de Sião: Eis que o teu Rei vem a ti, humilde, montado sobre uma jumenta."Mateus 21:5

O povo estendeu mantos e ramos de palmeira no caminho. Aclamavam o rei. Mas o rei que chegava não vinha para dominar — vinha para servir, sofrer e salvar.


A Fé Absoluta no Pai

A humildade de Jesus andava lado a lado com uma fé inabalável em Deus Pai. Em cada momento de sua vida terrena, Jesus demonstrou dependência total e confiança plena no Pai — não como sinal de fraqueza, mas como a mais pura expressão de fé.

No deserto, após 40 dias de jejum, quando o diabo O tentou com poder, riqueza e glória, Jesus respondeu com a Palavra:

"Não tentarás o Senhor teu Deus."Mateus 4:7

Quando multiplicou os pães e os peixes, antes de realizar o milagre, Jesus levantou os olhos ao céu e deu graças — reconhecendo que toda dádiva vem do Pai.

"E, tomando os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães."Marcos 6:41


Getsêmani — O Momento Mais Humano e Mais Sagrado

A maior expressão da fé e humildade de Jesus talvez tenha acontecido no Jardim do Getsêmani, na noite anterior à sua crucificação. Ali, sozinho, sabendo de todo o sofrimento que o aguardava, Jesus caiu com o rosto em terra e orou:

"Pai meu, se possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres."Mateus 26:39

Nessa oração está o coração da humildade cristã: a rendição da própria vontade diante da vontade de Deus. Jesus não pediu para escapar do sofrimento por covardia — Ele entregou Sua vontade ao Pai por amor. Por amor à humanidade. Por amor a você e a mim.

O suor de Jesus naquela noite era como gotas de sangue caindo ao chão — tamanho era o peso que carregava. E ainda assim, Ele disse: "Não a minha vontade, mas a tua."


Na Cruz — Humildade até o Fim

No momento mais doloroso de sua existência terrena, pregado na cruz entre dois criminosos, Jesus ainda demonstrou humildade e misericórdia. Não amaldiçoou seus algozes. Não pediu vingança. Orou pelo perdão daqueles que O crucificavam:

"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem."Lucas 23:34

E ao ladrão que, arrependido, pediu para ser lembrado em Seu Reino, Jesus respondeu com ternura:

"Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso."Lucas 23:43

Até nos momentos finais, Jesus serviu. Até nos momentos finais, Jesus amou.


A Ressurreição — A Fé Confirmada

A fé de Jesus foi completamente confirmada na manhã do terceiro dia, quando o túmulo se encontrou vazio. A morte não teve a última palavra. Deus honrou a obediência e a humildade do Filho com a maior vitória da história:

"Não estais aqui, porque ressuscitou, como havia dito."Mateus 28:6

A ressurreição não foi apenas um milagre — foi a confirmação de que a fé em Deus nunca decepciona. Que a humildade não é derrota. Que entregar a própria vida nas mãos do Pai é o caminho para a vida eterna.


O Ensinamento que Fica

A vida de Jesus é o maior manual de humildade e fé que o mundo já recebeu. Ele não nos ensinou com palavras vazias — ensinou com a própria vida, com cada passo que deu sobre esta terra.

"Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas."Mateus 11:29

Ser humilde, aos olhos de Jesus, não é se diminuir diante dos homens — é se render diante de Deus. É reconhecer que sozinhos não podemos nada, mas com Ele, todas as coisas são possíveis.


Uma Reflexão Final

Em um mundo que celebra o poder, a fama e a autossuficiência, Jesus nos convida a um caminho diferente — o caminho da humildade, do serviço e da fé. Um caminho que não é fácil, mas que é o único que leva à verdadeira paz, à verdadeira liberdade e à vida eterna.

Que possamos, cada dia, aprender um pouco mais com o exemplo daquele que, sendo o maior de todos, escolheu ser o servo de todos.


"Porque qualquer que se exaltar será humilhado, e qualquer que se humilhar será exaltado."Mateus 23:12


🙏 Que esse texto toque o seu coração e fortaleça a sua fé.

A Humildade de Jesus e Sua Fé em Deus

 

A vida de Jesus é o maior exemplo de humildade e fé em Deus. Mesmo sendo o Filho de Deus, Ele viveu de forma simples, ensinando as pessoas através de atitudes e palavras. Jesus nunca buscou riqueza, poder ou reconhecimento humano. Pelo contrário, Ele mostrou que a verdadeira grandeza está em servir, amar e confiar plenamente em Deus.

Durante seu ministério, Jesus caminhava entre o povo, conversava com pessoas simples, ajudava os doentes e ensinava sobre o Reino de Deus. Ele não escolhia apenas os ricos ou importantes para estar perto. Jesus se aproximava dos humildes, dos que sofriam e daqueles que eram rejeitados pela sociedade. Isso mostra o quanto seu coração era cheio de compaixão e humildade.

Um dos momentos mais marcantes que revela a humildade de Jesus aconteceu quando Ele lavou os pés de seus discípulos. Naquela época, lavar os pés era uma tarefa de servos. Mesmo assim, Jesus fez isso para ensinar que quem deseja ser grande deve aprender a servir. Esse gesto mostrou que a verdadeira liderança não está em mandar, mas em cuidar e ajudar o próximo.

Outro momento forte que mostra a fé e a obediência de Jesus a Deus aconteceu antes de sua crucificação. No jardim do Getsêmani, Jesus orou profundamente ao Pai. Ele sabia do sofrimento que enfrentaria, mas mesmo assim disse que fosse feita a vontade de Deus. Isso demonstra uma fé verdadeira, baseada na confiança total em Deus, mesmo diante das dificuldades.

Jesus ensinou que a humildade agrada a Deus. Ele mostrou que quem se exalta será humilhado, mas quem se humilha será exaltado. Em várias de suas palavras, Jesus deixou claro que Deus olha para o coração das pessoas e valoriza aqueles que vivem com simplicidade, fé e amor.

A vida de Jesus também ensina que a fé não está apenas em palavras, mas em atitudes. Ele ajudava os necessitados, perdoava pecadores, acolhia os que estavam perdidos e levava esperança a todos que se aproximavam. Sua missão era mostrar o amor de Deus e abrir o caminho da salvação para toda a humanidade.

Mesmo tendo poder para realizar milagres, Jesus sempre demonstrava dependência de Deus. Antes de tomar decisões importantes, Ele orava. Antes de realizar muitos milagres, Ele agradecia ao Pai. Isso mostra que sua vida estava totalmente alinhada com a vontade de Deus.

A humildade e a fé de Jesus continuam sendo um exemplo para todos nós. Em um mundo onde muitas pessoas buscam reconhecimento, poder e riqueza, a vida de Cristo ensina que o caminho verdadeiro é viver com fé, humildade e amor ao próximo.

Seguir os passos de Jesus significa confiar em Deus, agir com bondade e viver de forma simples, sabendo que a verdadeira grandeza está em servir. Assim como Jesus demonstrou em sua vida, quem vive com humildade diante de Deus encontra graça, paz e direção para caminhar todos os dias. ✝️🙏📖

O Texto Bíblico: Lucas 22:41-44

 

"Ele se afastou deles a uma distância de cerca de um lance de pedra, ajoelhou-se e começou a orar: 'Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua'. Apareceu-lhe um anjo do céu que o fortalecia. Cheio de angústia, ele orava mais intensamente; e o seu suor tornou-se como gotas de sangue que caíam no chão."


Análise da Humildade e Fé

Este trecho é uma das demonstrações mais puras da essência de Jesus:

1. A Humildade de se Submeter

A humildade de Jesus não é apenas o ato de lavar os pés dos discípulos, mas a sua disposição de renunciar à própria vontade. Ao dizer "não se faça a minha vontade, mas a tua", Ele demonstra que, embora tivesse o poder de evitar o sofrimento, escolheu a obediência. Ele se coloca na posição de servo diante de Deus, reconhecendo a soberania do Pai acima de seus próprios anseios humanos.

2. A Fé em Meio à Angústia

A fé de Jesus aqui não é uma fé "fácil" ou sem dor. O texto menciona que seu suor tornou-se como gotas de sangue (um fenômeno raro chamado hematidrose, causado por estresse extremo). Mesmo sentindo o peso do que viria, sua fé se manifestou na confiança total no propósito de Deus. Ele sabia que, embora o caminho fosse a cruz, o Pai estava no controle e o resultado final seria a redenção.

3. A Oração como Conexão

Jesus não enfrenta o desafio sozinho. Sua fé o leva à oração intensa. O fato de Ele buscar ao Pai em seu momento de maior fragilidade mostra que sua força não vinha de si mesmo enquanto homem, mas de sua comunhão ininterrupta com Deus.


Reflexão Adicional: Filipenses 2:7-8

Para complementar esse entendimento, o apóstolo Paulo descreveu essa humildade de forma magistral anos depois:

"...mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!"

Este texto resume o que você buscou: a humildade de se "esvaziar" e a fé de obedecer até o fim, confiando que Deus o exaltaria no tempo certo.

A Humildade e a Fé de Jesus: O Cordeiro que Confia no Pai

 

Prólogo: O Verbo que Se Fez Carne

Antes de qualquer palavra ou milagre, antes mesmo do nascimento em Belém, a humildade de Jesus já se manifestava na eternidade. O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito, revela esse mistério:

"Tendo por melhor coisa o opróbrio de Cristo do que os tesouros do Egito, porque tinha em vista a recompensa."
— Hebreus 11:26 (contexto de Moisés, prefigurando Cristo)

Mas a passagem mais sublime sobre a humildade de Cristo está em Filipenses:

"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia apegar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz."
— Filipenses 2:5-8

Jesus, sendo Deus, não usou sua divindade para privilégio. Ele se esvaziou. Ele se fez servo. Ele obedeceu até o fim. Esta é a base de tudo: humildade é poder submetido à vontade do Pai.


Primeiro Testemunho: O Nascimento na Manjedoura

A primeira demonstração da humildade de Jesus acontece em Lucas 2:

"E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem."
— Lucas 2:6-7

O Rei do universo não nasce em um palácio, mas em uma estrebaria. Seu primeiro berço é um cocho de animais. Seus primeiros visitantes são pastores, os mais humildes da sociedade. Sua apresentação no templo é feita com a oferta dos pobres: "um par de rolas ou dois pombinhos" (Lucas 2:24).

Desde o princípio, Jesus escolheu a humildade. Não veio com espetáculo, mas com simplicidade. Não exigiu reconhecimento, mas serviu em silêncio.


Segundo Testemunho: O Batismo no Jordão

A fé de Jesus em Deus Pai fica evidente em seu batismo. Embora sem pecado, ele se submete ao batismo de João, que era um batismo de arrependimento:

"Então veio Jesus da Galileia ao Jordão ter com João, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu."
— Mateus 3:13-15

Jesus não precisava ser batizado. Mas ele o fez por obediência ao Pai, por identificação com a humanidade e por fé na justiça de Deus. Imediatamente após o batismo, o Pai declara:

"E eis que dos céus se ouviu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo."
— Mateus 3:17

A fé de Jesus não era uma fé incerta. Ele tinha plena confiança na aprovação do Pai, mesmo antes de qualquer milagre público.


Terceiro Testemunho: A Tentação no Deserto

Imediatamente após o batismo, Jesus é levado pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo diabo. Ali, sua fé e humildade são testadas:

"E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. Chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus."
— Mateus 4:2-4

Jesus tinha poder para transformar pedras em pães. Mas ele não usou seu poder para satisfazer a si mesmo. Confiou no Pai. Ele respondeu com as Escrituras, não com milagres de autopromoção.

Na segunda tentação, o diabo o leva ao pináculo do templo:

"Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, que te guardem. E disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus."
— Lucas 4:9-12

Jesus recusou testar a fidelidade de Deus. Ele não exigiu sinais. Ele confiou sem espetáculo. Essa é a fé madura: obedecer sem exigir prova.


Quarto Testemunho: O Lava-pés

Na noite anterior à sua morte, Jesus dá a lição mais prática de humildade:

"E, acabada a ceia, tendo o diabo já posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse, sabendo Jesus que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e ia para Deus, levantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar com a toalha com que estava cingido."
— João 13:2-5

O Mestre lava os pés dos discípulos. Aquele que sabe que "todas as coisas estão em suas mãos" escolhe o lugar de servo. Pedro se recusa, mas Jesus insiste:

"Se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também."
— João 13:14-15

A humildade de Jesus não é fraqueza. É força a serviço. É autoridade que não oprime, mas que lava pés.


Quinto Testemunho: O Getsêmani

A fé de Jesus atinge seu ápice no Jardim do Getsêmani. Ele sabe o que vem. Ele treme. Ele soa gotas de sangue. Mas ele ora:

"E disse: Aba, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, mas o que tu queres."
— Marcos 14:36

Aqui está a fé perfeita. Jesus não esconde seu desejo humano — "afasta este cálice" — mas submete sua vontade ao Pai. "Não seja o que eu quero, mas o que tu queres." Essa é a essência da fé: confiar mesmo quando dói. Obedecer mesmo quando não se entende completamente.

"E apareceu-lhe um anjo do céu que o confortava. E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue que corriam até ao chão."
— Lucas 22:43-44

Jesus poderia, a qualquer momento, chamar "mais de doze legiões de anjos" (Mateus 26:53). Mas ele não o fez. Por quê? Por fé no plano do Pai. Por humildade, ele se entregou.


Sexto Testemunho: A Cruz

Na cruz, a humildade de Jesus atinge seu extremo. Ele está nu, ferido, escarnecido. Os líderes religiosos zombam:

"Salvou os outros; a si mesmo não pode salvar. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele."
— Mateus 27:42

Jesus poderia descer. Mas ele não desce. Por quê? Porque descer da cruz seria salvar a si mesmo e perder a humanidade. Sua humildade o mantém ali. Sua fé no Pai o sustenta.

E então, a declaração final de fé:

"E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, dito isto, expirou."
— Lucas 23:46

"Não será o que eu quero, mas o que tu queres" se transforma em "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". Jesus confia sua vida ao Pai até o último suspiro. Isso é fé inabalável.


Sétimo Testemunho: A Ressurreição e a Humildade Eterna

Mesmo ressurreto, Jesus mantém sua humildade. Ele não volta em glória arrogante, mas aparece primeiro a Maria Madalena (Marcos 16:9), uma mulher de quem ele expulsara sete demônios. Ele caminha com dois discípulos desanimados no caminho de Emaús (Lucas 24:13-35). Ele prepara um café da manhã para os discípulos na praia (João 21:9-13).

E, finalmente, antes de subir ao céu, ele dá a grande comissão:

"Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos."
— Mateus 28:18-20

A autoridade não o corrompe. A humildade permanece. Ele promete companhia, não dominação.


Conclusão: Aprendendo com o Mestre

Jesus é o modelo perfeito de humildade e fé. Ele:

  • Não se agarrou aos seus privilégios (Filipenses 2:6)

  • Serviu em vez de ser servido (Marcos 10:45)

  • Obedeceu mesmo à morte (Filipenses 2:8)

  • Confiou no Pai mesmo na agonia (Lucas 22:42)

  • Entregou seu espírito com fé (Lucas 23:46)

O próprio Jesus nos convida:

"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve."
— Mateus 11:29-30

A humildade de Jesus não é um chamado à fraqueza. É um chamado à verdadeira força: a força que se submete a Deus, que confia no Pai, que lava pés, que vai até a cruz por amor.

Que possamos, como Paulo, ter em nós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus. Que possamos, diante das tentações, responder com a Palavra. Que possamos, na agonia, orar: "Não seja o que eu quero, mas o que tu queres". E que possamos, no fim, entregar nosso espírito nas mãos do Pai com a mesma fé inabalável.

"Porque aquele que é servo chamado em Cristo, é liberto do Senhor; semelhantemente, o que é chamado sendo livre, é servo de Cristo."
— 1 Coríntios 7:22


Versículo para memorizar:

"De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus."
— Filipenses 2:5

Êxodo 40

 1 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:2 No primeiro mês, no primeiro dia do mês, levantarás o tabernáculo da tenda da congregação,3 E porás nele a arca do testemunho, e cobrirás a arca com o véu.4 Depois colocarás nele a mesa, e porás em ordem o que se deve pôr em ordem nela; também colocarás nele o candelabro, e acenderás as suas lâmpadas.5 E porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do testemunho; então pendurarás a cortina da porta do tabernáculo.6 Porás também o altar do holocausto diante da porta do tabernáculo da tenda da congregação.7 E porás a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela porás água.8 Depois porás o pátio ao redor, e pendurarás a cortina à porta do pátio.9 Então tomarás o azeite da unção, e ungirás o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o santificarás com todos os seus pertences, e será santo.10 Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificarás o altar; e o altar será santíssimo.11 Então ungirás a pia e a sua base, e a santificarás.12 Farás também chegar a Arão e a seus filhos à porta da tenda da congregação; e os lavarás com água.13 E vestirás a Arão as vestes santas, e o ungirás, e o santificarás, para que me administre o sacerdócio.14 Também farás chegar a seus filhos, e lhes vestirás as túnicas,15 E os ungirás como ungiste a seu pai, para que me administrem o sacerdócio, e a sua unção lhes será por sacerdócio perpétuo nas suas gerações.16 E Moisés fez conforme a tudo o que o Senhor lhe ordenou, assim o fez.17 Assim, no primeiro mês, no ano segundo, ao primeiro dia do mês foi levantado o tabernáculo.18 Moisés levantou o tabernáculo, e pôs as suas bases, e armou as suas tábuas, e colocou nele os seus varais, e levantou as suas colunas;19 E estendeu a tenda sobre o tabernáculo, e pôs a cobertura da tenda sobre ela, em cima, como o Senhor ordenara a Moisés.20 Tomou o testemunho, e pô-lo na arca, e colocou os varais na arca; e pôs o propiciatório em cima da arca.21 E introduziu a arca no tabernáculo, e pendurou o véu da cobertura, e cobriu a arca do testemunho, como o Senhor ordenara a Moisés.22 Pôs também a mesa na tenda da congregação, ao lado do tabernáculo, para o norte, fora do véu,23 E sobre ela pôs em ordem o pão perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.24 Pôs também na tenda da congregação o candelabro na frente da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul,25 E acendeu as lâmpadas perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.26 E pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu,27 E acendeu sobre ele o incenso de especiarias aromáticas, como o Senhor ordenara a Moisés.28 Pendurou também a cortina da porta do tabernáculo,29 E pôs o altar do holocausto à porta do tabernáculo da tenda da congregação, e sobre ele ofereceu holocausto e oferta de alimentos, como o Senhor ordenara a Moisés.30 Pôs também a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela pôs água para lavar.31 E Moisés, e Arão e seus filhos nela lavaram as suas mãos e os seus pés.32 Quando entravam na tenda da congregação, e quando chegavam ao altar, lavavam-se, como o Senhor ordenara a Moisés.33 Levantou também o pátio ao redor do tabernáculo e do altar, e pendurou a cortina da porta do pátio. Assim Moisés acabou a obra.34 Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo;35 De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo.36 Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas.37 Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse;38 Porquanto a nuvem do Senhor estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.

Êxodo 39

 ¹ Fizeram também as vestes do ministério, para ministrar no santuário, de azul, e de púrpura e de carmesim; também fizeram as vestes santas, para Arão, como o Senhor ordenara a Moisés.
² Assim se fez o éfode de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim e de linho fino torcido.
³ E estenderam as lâminas de ouro, e as cortaram em fios, para tecê-los entre o azul, e entre a púrpura, e entre o carmesim, e entre o linho fino com trabalho esmerado.
⁴ Fizeram-lhe ombreiras que se ajuntavam; e uniam-se em suas duas pontas.
⁵ E o cinto de obra esmerada do éfode, que estava sobre ele, formava com ele uma só peça e era de obra semelhante, de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido, como o Senhor ordenara a Moisés.
⁶ Também prepararam as pedras de ônix, engastadas em ouro, lavradas com gravuras de um selo, com os nomes dos filhos de Israel.
⁷ E as pôs sobre as ombreiras do éfode por pedras de memória para os filhos de Israel, como o Senhor ordenara a Moisés.
⁸ Fez-se também o peitoral de obra de artífice, como a obra do éfode, de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido.
⁹ Quadrado era; duplo fizeram o peitoral; o seu comprimento era de um palmo, e a sua largura de um palmo dobrado.
¹⁰ E engastaram nele quatro ordens de pedras; uma ordem de um sárdio, de um topázio, e de um carbúnculo; esta era a primeira ordem;
¹¹ E a segunda ordem de uma esmeralda, de uma safira e de um diamante;
¹² E a terceira ordem de um jacinto, de uma ágata, e de uma ametista;
¹³ E a quarta ordem de um berilo, e de um ônix, e de um jaspe, engastadas em engastes de ouro.
¹⁴ Estas pedras, pois, eram segundo os nomes dos filhos de Israel, doze segundo os seus nomes; como gravuras de selo, cada uma com o seu nome, segundo as doze tribos.
¹⁵ Também fizeram para o peitoral cadeiazinhas de igual medida, obra de ouro puro trançado.
¹⁶ E fizeram dois engastes de ouro e duas argolas de ouro; e puseram as duas argolas nas duas extremidades do peitoral.
¹⁷ E puseram as duas cadeiazinhas de trança de ouro nas duas argolas, nas duas extremidades do peitoral.
¹⁸ E as outras duas pontas das duas cadeiazinhas de trança puseram nos dois engastes; e as puseram sobre as ombreiras do éfode na frente dele.
¹⁹ Fizeram também duas argolas de ouro, que puseram nas duas extremidades do peitoral, na sua borda que estava junto ao éfode por dentro.
²⁰ Fizeram mais duas argolas de ouro, que puseram nas duas ombreiras do éfode, abaixo, na frente dele, perto da sua juntura, sobre o cinto de obra esmerada do éfode.
²¹ E ligaram o peitoral com as suas argolas às argolas do éfode com um cordão de azul, para que estivesse sobre o cinto de obra esmerada do éfode, e o peitoral não se separasse do éfode, como o Senhor ordenara a Moisés.
²² E fez-se o manto do éfode de obra tecida, todo de azul.
²³ E a abertura do manto estava no meio dele, como abertura de cota de malha; esta abertura tinha uma borda em volta, para que se não rompesse.
²⁴ E nas bordas do manto fizeram romãs de azul, e de púrpura, e de carmesim, de fio torcido.
²⁵ Fizeram também as campainhas de ouro puro, pondo as campainhas no meio das romãs nas bordas do manto, ao redor, entre as romãs;
²⁶ Uma campainha e uma romã, outra campainha e outra romã, nas bordas do manto ao redor; para ministrar, como o Senhor ordenara a Moisés.
²⁷ Fizeram também as túnicas de linho fino, de obra tecida, para Arão e para seus filhos.
²⁸ E a mitra de linho fino, e o ornato das tiaras de linho fino, e os calções de linho fino torcido,
²⁹ E o cinto de linho fino torcido, e de azul, e de púrpura, e de carmesim, obra de bordador, como o Senhor ordenara a Moisés.
³⁰ Fizeram também, de ouro puro, a lâmina da coroa de santidade, e nela escreveram o escrito como de gravura de selo: santidade ao Senhor.
³¹ E ataram-na com um cordão de azul, para prendê-la à parte superior da mitra, como o Senhor ordenara a Moisés.
³² Assim se acabou toda a obra do tabernáculo da tenda da congregação; e os filhos de Israel fizeram conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés; assim o fizeram.
³³ Depois trouxeram a Moisés o tabernáculo, a tenda e todos os seus pertences; os seus colchetes, as suas tábuas, os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases;
³⁴ E a cobertura de peles de carneiro tintas de vermelho, e a cobertura de peles de texugos, e o véu de cobertura;
³⁵ A arca do testemunho, e os seus varais, e o propiciatório;
³⁶ A mesa com todos os seus pertences, e os pães da proposição;
³⁷ O candelabro puro com suas lâmpadas, as lâmpadas em ordem, e todos os seus pertences, e o azeite para a luminária;
³⁸ Também o altar de ouro, e o azeite da unção, e o incenso aromático, e a cortina da porta da tenda;
³⁹ O altar de cobre, e o seu crivo de cobre, os seus varais, e todos os seus pertences, a pia, e a sua base;
⁴⁰ As cortinas do pátio, as suas colunas, e as suas bases, e a cortina da porta do pátio, as suas cordas, e os seus pregos, e todos os utensílios do serviço do tabernáculo, para a tenda da congregação;
⁴¹ As vestes do ministério para ministrar no santuário; as santas vestes de Arão o sacerdote, e as vestes dos seus filhos, para administrarem o sacerdócio.
⁴² Conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel toda a obra.
⁴³ Viu, pois, Moisés toda a obra, e eis que a tinham feito; como o Senhor ordenara, assim a fizeram; então Moisés os abençoou. 

Êxodo 39:1-43

Êxodo 38

 ¹ Fez também o altar do holocausto de madeira de acácia; de cinco côvados era o seu comprimento, e de cinco côvados a sua largura, era quadrado; e de três côvados a sua altura.
² E fez-lhe as suas pontas nos seus quatro cantos; da mesma peça eram as suas pontas; e cobriu-o de cobre.
³ Fez também todos os utensílios do altar; os cinzeiros, e as pás, e as bacias, e os garfos, e os braseiros; todos esses pertences fez de cobre.
⁴ Fez também, para o altar, um crivo de cobre, em forma de rede, na sua cercadura em baixo, até ao meio do altar.
⁵ E fundiu quatro argolas para as quatro extremidades do crivo de cobre, para os lugares dos varais.
⁶ E fez os varais de madeira de acácia, e os cobriu de cobre.
⁷ E pôs os varais pelas argolas aos lados do altar, para com eles levar o altar; fê-lo oco e de tábuas.
⁸ Fez também a pia de cobre com a sua base de cobre, dos espelhos das mulheres que se reuniam, para servir à porta da tenda da congregação.
⁹ Fez também o pátio do lado meridional; as cortinas do pátio eram de linho fino torcido, de cem côvados.
¹⁰ As suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre; os colchetes destas colunas e as suas molduras eram de prata;
¹¹ E do lado norte cortinas de cem côvados; as suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre, os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata.
¹² E do lado do ocidente cortinas de cinquenta côvados, as suas colunas dez, e as suas bases dez; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata.
¹³ E do lado leste, ao oriente, cortinas de cinquenta côvados.
¹⁴ As cortinas de um lado da porta eram de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três.
¹⁵ E do outro lado da porta do pátio, de ambos os lados, eram cortinas de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três.
¹⁶ Todas as cortinas do pátio ao redor eram de linho fino torcido.
¹⁷ E as bases das colunas eram de cobre; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata; e o revestimento dos seus capitéis era de prata; e todas as colunas do pátio eram cingidas de prata.
¹⁸ E a cobertura da porta do pátio era de obra de bordador, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido; e o comprimento era de vinte côvados, e a altura, na largura, de cinco côvados, conforme as cortinas do pátio.
¹⁹ E as suas quatro colunas e as suas quatro bases eram de cobre, os seus colchetes de prata, e o revestimento dos seus capitéis, e as suas molduras, também de prata.
²⁰ E todas as estacas do tabernáculo e do pátio ao redor eram de cobre.
²¹ Esta é a enumeração das coisas usadas no tabernáculo, o tabernáculo do testemunho, que por ordem de Moisés foram contadas para o ministério dos levitas, por intermédio de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
²² Fez, pois, Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, tudo quanto o Senhor tinha ordenado a Moisés.
²³ E com ele Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, um mestre de obra, e engenhoso artífice, e bordador em azul, e em púrpura e em carmesim e em linho fino.
²⁴ Todo o ouro gasto na obra, em toda a obra do santuário, a saber, o ouro da oferta, foi vinte e nove talentos e setecentos e trinta siclos, conforme ao siclo do santuário;
²⁵ E a prata dos arrolados da congregação foi cem talentos e mil e setecentos e setenta e cinco siclos, conforme o siclo do santuário;
²⁶ Um beca por cabeça, isto é, meio siclo, conforme o siclo do santuário; de todo aquele que passava aos arrolados, da idade de vinte anos para cima, que foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinquenta.
²⁷ E houve cem talentos de prata para fundir as bases do santuário e as bases do véu; para as cem bases cem talentos; um talento para cada base.
²⁸ E dos mil e setecentos e setenta e cinco siclos fez os colchetes das colunas, e cobriu os seus capitéis, e os cingiu de molduras.
²⁹ E o cobre da oferta foi setenta talentos e dois mil e quatrocentos siclos.
³⁰ E dele fez as bases da porta da tenda da congregação e o altar de cobre, e o crivo de cobre e todos os utensílios do altar.
³¹ E as bases do pátio ao redor, e as bases da porta do pátio, e todas as estacas do tabernáculo e todas as estacas do pátio ao redor. 

Êxodo 38:1-31

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